quinta-feira, 7 de junho de 2018

Receita de suco da memória





A receita de hoje vai te ensinar a fazer um suco para ajudar a sua memória. Você vai ver que além de saudável, é prático para fazer em casa. Experimente!





quarta-feira, 6 de junho de 2018

Alimentação e Memória






Alimentação e memória


     Você sabia que existem alimentos que podem melhorar a sua memória? 

    Uma alimentação balanceada, rica em frutas, verduras e legumes, proteínas e gorduras de boa qualidade, protege as células do cérebro (os neurônios) de lesões, fazendo com que eles funcionem melhor e sobrevivam por mais tempo, melhorando o aprendizado, a memória e o até o bom humor.

   Uma alimentação balanceada apresenta alimentos ricos em antioxidantes ou substância que estimulam a produção de antioxidantes pelo nosso corpo. Os antioxidantes, os quais são substâncias capazes de atrasar ou inibir a oxidação de um substrato oxidável, protegem os neurônios de agressões que o corpo e o cérebro suportam quando estamos estressados. Assim, para proteger nosso cérebro, devemos ingerir alimentos que contenham nutrientes, como selênio, colina, fisetina, ômega 3 e zinco. Nutrientes que irão proteger o neurônio, melhorar a capacidade de concentração e memória.

    A seguir, você encontrará alimentos que devemos consumir para ingerirmos todos estes nutrientes. Além disso, é citado para cada nutriente os benefícios que ele garante à saúde. Dá uma olhada:
    
    Colina: contribui para proteção dos neurônios e melhora do aprendizado. Encontramos principalmente no ovo cozido. Dica importante: quando for cozinhar o ovo, deixe-o em água fervendo por 5 minutos. Assim, a gema do ovo ficará cremosa, perfeita para melhorar a absorção de colina.

    Selênio: é um poderoso antioxidante, que protege e preserva as membranas dos neurônios de substancias maléficas (radicais livres), aumentando sua sobrevivência e a melhor atividade do nosso cérebro. É encontrado em alimentos como: castanha do Pará, carnes vermelha, peixes, feijões e sementes de girassol.

    Fisetina: auxilia na melhora da memória e no amadurecimento das células do sistema nervoso (neurônios). É encontrado na maioria das frutas, especialmente as de cor vermelha (morango, maça, acerola, uva, ameixa, tomate, entre outras).

    Ômega 3: também considerado um antioxidante indireto, está relacionado com o desenvolvimento do sistema nervoso central. Suas principais fontes alimentares são: peixes de água fria como salmão, sardinha e atum, e sementes de linhaça e chia.

    Zinco: é um mineral que atua na formação de novos neurônios e, consequentemente, na melhora da memória. Pode ser encontrados em carnes vermelhas, frutos do mar e amêndoas.

    Agora que você já sabe que existe relação entre os alimentos que comemos e o funcionamento do nosso cérebro, vamos aproveitar para melhorar nossa memória? Mas atenção! Para obtermos melhores resultados, além de seguir uma alimentação variada, colorida e saborosa, é importante praticar exercícios físicos diariamente e controlar situações de estresse com atividades que nos façam relaxar.


Autora: Maria Eduarda Lemos (acadêmica do curso de Nutrição/Furb)


   REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


    CIERO, P. Otimize sua memória com a nutrição. Disponível em


    MEDEIROS, C. Alimentos funcionais. A Saúde numa embalagem. Comunicação e Cidadania - Actas do 5º Congresso da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação, 2007.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Receita de Bolachas de Polvilho Doce



Hoje trouxemos uma versão mais saudável de bolachas de polvilho doce.
É uma receita muito fácil, que não tem grande tempo de preparo e se torna uma ótima opção prática  para o dia a dia e saborosa para o lanche da tarde.



terça-feira, 21 de novembro de 2017

O que escolher para comer?



O que escolher para comer? 


Os padrões alimentares estão mudando rapidamente por diversos fatores políticos, econômicos, sociais e culturais. O consumo de alimentos ultraprocessados está sendo substituído pelos alimentos in natura antes consumido em maior quantidade.

Nos países economicamente emergentes, como o Brasil, a frequência de doenças crônicas não transmissíveis, como a obesidade, vem aumentando devido ao consumo excessivo de calorias e à oferta desequilibrada de nutrientes na alimentação. A ingestão de alimentos in natura ou minimamente processados como arroz, feijão, mandioca, são essenciais para a manutenção da saúde, pois fornecem proteção e auxiliam na redução do aparecimento de doenças relacionadas à má alimentação.

Uma alimentação adequada é uma alimentação de fácil acesso, com variedades de alimentos, receitas tradicionais da região onde vivemos, em quantidade moderada e naturalmente colorida. Alimentação vai muito além dos nutrientes e benefícios que nos proporcionam. O ato de se alimentar é parte importante da nossa história de vida; está fortemente relacionado com o que sentimos, com a nossa capacidade de autonomia, com prazer de comer certos alimentos e com o bem-estar gerado por eles. Alimentar é algo cultural.

No entanto, com a falta de tempo do dia a dia, aumenta a necessidade de prestarmos melhor atenção naquilo que escolhemos comer. Para fazermos boas escolhas, precisamos nos organizar, separar os alimentos que pretendemos ingerir na refeição seguinte. O bom é que, ao optarmos pelo preparo do que iremos consumir, aumentamos nossa capacidade de escolha do que iremos comer, dando preferência a alimentos da região (com menor custo) e, além disso, diminuímos o consumo de sal, açúcares de adição e gorduras (sempre em excesso nos alimentos industrializados).


Portanto, escolher alimentos frescos feitos na hora, como caldos, sopas, saladas, verduras, no lugar de alimentos ultraprocessados como refrigerantes, bebidas açucaradas, faz com a alimentação fique balanceada, equilibrada, saborosa e ambientalmente sustentável.


Autora: Kananda Kormann (acadêmica do curso de Nutrição/ FURB).

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Receita de Ovos Ensopados


Para esta semana preparamos uma receita especial para um almoço diferente!
Para esta semana trouxemos este ovo ensopado que pode facilmente servir de acompanhamento para outros elementos do prato, e é uma opção rica em proteína para as suas refeições! 
Bom apetite!


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

PIRÂMIDE ALIMENTAR – Um guia para a escolha dos alimentos.


PIRÂMIDE ALIMENTAR

 Um guia para a escolha dos alimentos


A representação da alimentação por meio da Pirâmide Alimentar foi citada pela primeira vez em 1992 nos Estados Unidos, com o objetivo de definir as orientações nutricionais sobre alimentação e nutrição da população mundial. Esta representação repercutiu para vários lugares do mundo, sendo elaborada, atualmente, de várias maneiras diferentes em diversos países, com algumas adaptações.

A Pirâmide Alimentar é muito utilizada por profissionais da área da saúde, principalmente por nutricionistas, com o objetivo de promover melhorias nos hábitos alimentares, visando a saúde global do indivíduo e a prevenção de doenças, principalmente a obesidade. Embora seja desenvolvida para facilitar melhor a visualização dos alimentos, a pirâmide apresenta escolhas para as refeições dos indivíduos, sendo distribuídos de maneira separada por grupos de alimentos (PHILLIPI, 1999).

Os grupos alimentares, que compõe a Pirâmide Alimentar Brasileira mais utilizada (PHILLIPI, 1999), são agrupados em: 1. Alimentos energéticos: (Grupo dos Cereais: Arroz, Pão, Massa, Batata, Mandioca); 2. Alimentos Reguladores (Grupo das Frutas - Legumes e Verduras); 3. Alimentos Construtores (Grupo do Leite, Queijo e Iogurte – Carnes e Ovos - Feijão e Leguminosas) e 4. Alimentos Energéticos Extras (Grupo dos Óleos e Gorduras - Açúcares e Doces).

A partir da representação gráfica da Pirâmide Alimentar, recomenda-se consumir alimentos variados e coloridos, para manter o equilíbrio na ingestão de nutrientes. Além disso, é importante destacar que a quantidade de porções de cada grupo alimentar a ser consumida difere para cada pessoa, dependendo da idade, do sexo, da prática de exercício físico, do estilo de vida. Para saber o quanto é preciso consumir, recomenda-se consultar um nutricionista para realizar a adequação das recomendações da pirâmide dentro de um planejamento alimentar individualizado.


Com o passar do tempo, destaca-se também que mudanças na representação gráfica da Pirâmide alimentar ocorreram com o intuito de incluir novos alimentos à pirâmide, tais como cereais integrais, folhas verde-escuras, peixes ricos em gordura boa (salmão, sardinha), além das famosas oleaginosas (castanha, amendoim, nozes...). Estes alimentos são ricos em vitaminais, fibras e minerais e ajudam a melhorar a nutrição daqueles que as consomem. Além disso, reforça-se também a importância da ingestão frequente de água e a prática de exercícios físicos regulares; fatores determinantes de uma boa saúde desde a infância até o envelhecimento.

Autora: Barbara Gecilda Cardozo (acadêmica do curso de Nutrição/Furb).



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:



PHILIPPI et al. Pirâmide Alimentar Adaptada: Guia para escolhas dos alimentos. Rev. Nutr., Campinas, 12(1): 65-80. Jan/abr., 1999.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Mídias eletrônicas durante as refeições


MÍDIAS ELETRÔNICAS DURANTE AS REFEIÇÕES


   Nos últimos anos, as interações sociais têm sido modificadas pela tecnologia. Esse novo universo aparenta ser muito convidativo, vantajoso e transformador, mas pode se tornar superficial, suas interações têm pouca profundidade e se tornam uma fuga e idealizações.

   Muitas vezes a pressa é usada como desculpa para manter o hábito de fazer refeições enquanto se trabalha ou se assiste televisão. Além de impulsionar a pessoa comer mais do que o necessário, esse costume também pode prejudicar a mastigação e, por consequência, a digestão.

   Dividir a concentração da refeição com outros afazeres pode levar a mastigação inadequada. Quando a mastigação dos alimentos é feita corretamente, ela facilita a digestão, sendo essencial para a absorção dos nutrientes pelo organismo. Comer sem prestar atenção na refeição pode levar à transtornos e desequilíbrios na alimentação e na saciedade, resultando em um excesso na quantidade de alimentos (calorias) ingeridos.

   Este hábito deve ser evitado principalmente na infância, quando as refeições normalmente são feitas na frente da televisão ou videogames. O número de crianças obesas no Brasil tem aumentado cada vez mais, justamente devido à alimentação inadequada e desequilibrada. O que as coloca desde cedo em uma situação de risco em relação às doenças crônicas como hipertensão arterial, diabetes, problemas cardiovasculares, entre outras. Os pais devem levar em conta os benefícios de refeições realizadas em locais calmos e adequados. Também é preciso incentivar a criança a mastigar bem todos os alimentos.

   O ideal é seguir uma dieta equilibrada, evitando comer fora de hora e fazendo as refeições em lugares sem aparelhos de TV ligados, ou outras distrações.

Efeitos negativos do uso das mídias durante as refeições:
  • Atrapalha a saciedade 
  • Atrapalha a digestão dos alimentos 
  • Deficiência das enzimas 
  • Não sentir o sabor sabor da comida 
  • Não mastigar corretamente 
  • Altera o sono 

Confira algumas sugestões:
  • Fazer da hora das refeições um momento de descanso e relaxamento 
  • Quando no trabalho, procure fazer as refeições em um lugar afastado e mais tranquilo 
  • Mastigue bem e com calma os alimentos 
  • Sentar-se com as crianças à mesa para estimulá-las a deixar a TV ou computador de lado
Texto produzido na disciplina de educação nutricional do 3º semestre, 2017-1 do curso de Nutrição/Furb.