quinta-feira, 14 de junho de 2018

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Alimentação escolar



Alimentação Escolar

Você sabia que no Brasil estudantes de escolas públicas (municipais e estaduais) têm o direito de receber Alimentação Escolar (também conhecida como Merenda Escolar) durante o período letivo? Esta alimentação é mantida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e faz parte de um grande programa do governo federal chamado Programa de Alimentação Escolar ou mais conhecido como PNAE.

Por ser considerado o programa social e educacional de mais longa história na área da alimentação, o PNAE colocou os nutricionistas como responsáveis pela elaboração dos cardápios oferecidos na alimentação escolar. Estes profissionais, ao elaborarem os cardápios, respeitam os hábitos de cada região do país e as preferências dos estudantes, conforme aceitação dos alimentos e preparações oferecidas.

É Importante destacar que este Programa foi criado com os objetivos de (1) garantir parte das necessidades nutricionais dos estudantes, (2) ajudar no desenvolvimento de hábitos alimentares mais saudáveis, por meio da oferta de diferentes alimentos e (3) melhorar as condições de aprendizagem, ou seja, o rendimento escolar.

Estudantes com condições especiais, que exijam uma alimentação diferenciada, tais como: diabetes mellitus, hipertensão arterial, doença celíaca, fenilcetonúria (doença genética rara) e intolerância à lactose, têm também a garantia de receberem pelo PNAE uma alimentação escolar adaptada às suas necessidades.

Além dos benefícios gerados aos estudantes, o PNAE destina 30% do valor utilizado no Programa para compra de alimentos produzidos pela agricultura familiar, ou seja, uma forma de ajudar na economia local, estimulando e valorizando os pequenos produtores e adquirindo alimentos que fazem parte da cultura e dos hábitos daquela região.

Vamos lá, estudantes de escola pública, aproveitem o seu direito e se beneficiem da Alimentação Escolar oferecida na sua escola!

Autora: Kananda Kormann (acadêmica do curso de Nutrição/Furb)

   REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

    CHAVES, Lorena Gonçalves; SANTANA, Thais Cristina Mantovani; GABRIEL, Cristine Garcia; VASCONCELOS. Francisco de Assis Guedes. Reflexão sobre atuação do nutricionista no Programa Nacional de Alimentação Escolar. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro. Vº18,917-926, 2013.

    MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Aquisição de Produtos da AGRICULTURA FAMILIAR para a ALIMENTAÇÃO ESCOLAR.

    MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Manuel de Orientação sobre a alimentação escolar para pessoas com Diabetes, Hipertensão, Doença Celíaca, Fenilcetonúria e Intolerância à Lactose. 2ª edição. Brasília, 2012.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Receita de suco da memória





A receita de hoje vai te ensinar a fazer um suco para ajudar a sua memória. Você vai ver que além de saudável, é prático para fazer em casa. Experimente!





quarta-feira, 6 de junho de 2018

Alimentação e Memória






Alimentação e memória


     Você sabia que existem alimentos que podem melhorar a sua memória? 

    Uma alimentação balanceada, rica em frutas, verduras e legumes, proteínas e gorduras de boa qualidade, protege as células do cérebro (os neurônios) de lesões, fazendo com que eles funcionem melhor e sobrevivam por mais tempo, melhorando o aprendizado, a memória e o até o bom humor.

   Uma alimentação balanceada apresenta alimentos ricos em antioxidantes ou substância que estimulam a produção de antioxidantes pelo nosso corpo. Os antioxidantes, os quais são substâncias capazes de atrasar ou inibir a oxidação de um substrato oxidável, protegem os neurônios de agressões que o corpo e o cérebro suportam quando estamos estressados. Assim, para proteger nosso cérebro, devemos ingerir alimentos que contenham nutrientes, como selênio, colina, fisetina, ômega 3 e zinco. Nutrientes que irão proteger o neurônio, melhorar a capacidade de concentração e memória.

    A seguir, você encontrará alimentos que devemos consumir para ingerirmos todos estes nutrientes. Além disso, é citado para cada nutriente os benefícios que ele garante à saúde. Dá uma olhada:
    
    Colina: contribui para proteção dos neurônios e melhora do aprendizado. Encontramos principalmente no ovo cozido. Dica importante: quando for cozinhar o ovo, deixe-o em água fervendo por 5 minutos. Assim, a gema do ovo ficará cremosa, perfeita para melhorar a absorção de colina.

    Selênio: é um poderoso antioxidante, que protege e preserva as membranas dos neurônios de substancias maléficas (radicais livres), aumentando sua sobrevivência e a melhor atividade do nosso cérebro. É encontrado em alimentos como: castanha do Pará, carnes vermelha, peixes, feijões e sementes de girassol.

    Fisetina: auxilia na melhora da memória e no amadurecimento das células do sistema nervoso (neurônios). É encontrado na maioria das frutas, especialmente as de cor vermelha (morango, maça, acerola, uva, ameixa, tomate, entre outras).

    Ômega 3: também considerado um antioxidante indireto, está relacionado com o desenvolvimento do sistema nervoso central. Suas principais fontes alimentares são: peixes de água fria como salmão, sardinha e atum, e sementes de linhaça e chia.

    Zinco: é um mineral que atua na formação de novos neurônios e, consequentemente, na melhora da memória. Pode ser encontrados em carnes vermelhas, frutos do mar e amêndoas.

    Agora que você já sabe que existe relação entre os alimentos que comemos e o funcionamento do nosso cérebro, vamos aproveitar para melhorar nossa memória? Mas atenção! Para obtermos melhores resultados, além de seguir uma alimentação variada, colorida e saborosa, é importante praticar exercícios físicos diariamente e controlar situações de estresse com atividades que nos façam relaxar.


Autora: Maria Eduarda Lemos (acadêmica do curso de Nutrição/Furb)


   REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


    CIERO, P. Otimize sua memória com a nutrição. Disponível em


    MEDEIROS, C. Alimentos funcionais. A Saúde numa embalagem. Comunicação e Cidadania - Actas do 5º Congresso da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação, 2007.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Receita de Bolachas de Polvilho Doce



Hoje trouxemos uma versão mais saudável de bolachas de polvilho doce.
É uma receita muito fácil, que não tem grande tempo de preparo e se torna uma ótima opção prática  para o dia a dia e saborosa para o lanche da tarde.



terça-feira, 21 de novembro de 2017

O que escolher para comer?



O que escolher para comer? 


Os padrões alimentares estão mudando rapidamente por diversos fatores políticos, econômicos, sociais e culturais. O consumo de alimentos ultraprocessados está sendo substituído pelos alimentos in natura antes consumido em maior quantidade.

Nos países economicamente emergentes, como o Brasil, a frequência de doenças crônicas não transmissíveis, como a obesidade, vem aumentando devido ao consumo excessivo de calorias e à oferta desequilibrada de nutrientes na alimentação. A ingestão de alimentos in natura ou minimamente processados como arroz, feijão, mandioca, são essenciais para a manutenção da saúde, pois fornecem proteção e auxiliam na redução do aparecimento de doenças relacionadas à má alimentação.

Uma alimentação adequada é uma alimentação de fácil acesso, com variedades de alimentos, receitas tradicionais da região onde vivemos, em quantidade moderada e naturalmente colorida. Alimentação vai muito além dos nutrientes e benefícios que nos proporcionam. O ato de se alimentar é parte importante da nossa história de vida; está fortemente relacionado com o que sentimos, com a nossa capacidade de autonomia, com prazer de comer certos alimentos e com o bem-estar gerado por eles. Alimentar é algo cultural.

No entanto, com a falta de tempo do dia a dia, aumenta a necessidade de prestarmos melhor atenção naquilo que escolhemos comer. Para fazermos boas escolhas, precisamos nos organizar, separar os alimentos que pretendemos ingerir na refeição seguinte. O bom é que, ao optarmos pelo preparo do que iremos consumir, aumentamos nossa capacidade de escolha do que iremos comer, dando preferência a alimentos da região (com menor custo) e, além disso, diminuímos o consumo de sal, açúcares de adição e gorduras (sempre em excesso nos alimentos industrializados).


Portanto, escolher alimentos frescos feitos na hora, como caldos, sopas, saladas, verduras, no lugar de alimentos ultraprocessados como refrigerantes, bebidas açucaradas, faz com a alimentação fique balanceada, equilibrada, saborosa e ambientalmente sustentável.


Autora: Kananda Kormann (acadêmica do curso de Nutrição/ FURB).

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Receita de Ovos Ensopados


Para esta semana preparamos uma receita especial para um almoço diferente!
Para esta semana trouxemos este ovo ensopado que pode facilmente servir de acompanhamento para outros elementos do prato, e é uma opção rica em proteína para as suas refeições! 
Bom apetite!